Pra mim, falar sobre Kingdom Hearts é falar sobre nostalgia. É falar sobre tudo aquilo que você viveu enquanto criança, vendo filmes e jogando videogame (que foi literalmente minha infância), e falar um pouco também sobre como essa série – que se você não conhece absolutamente é absurdamente difícil de entender – chegou até aqui.

Kingdom Hearts III segue a história de Sora, acompanhado pelo Pato Donald e Pateta pelos settings da Disney, Pixar e Sony/Squaresoft. Até onde eu sei, outros personagens de outros Kingdom Hearts, como Roxas, farão aparições no jogo. Ainda não cheguei lá, mas acho é bem provável que aconteça, já que a própria cena inicial já meio que dá a entender.

E que cena inicial. Logo no começo já temos aquela cena clássica de continuações, com as cenas mais importantes dos jogos passados. Estaria mentindo se falasse que não deu um nó na garganta de ver todas aquelas histórias denovo.

E o jogo faz algo ainda melhor: resume em algumas exposições bem curtas a história até agora. Se toda série gigantesca fizesse isso, seria fenomenal.

Não posso falar muito ainda da história, porque joguei pouquíssimas horas, mas posso adiantar que é algo que não vai me decepcionar. Nenhum dos Kingdom Hearts me decepcionou até hoje, e não vai ser o fechamento da série que vai.

Tecnicamente, o jogo é perfeito: os gráficos são absurdos (mesmo no PS normal); a jogabilidade é super fluida, ainda mais com o flowmotion, um novo tipo de movimento que você usa o terreno para sua vantagem; a música é certeira em cada momento e nostálgica, dando aquela vibe de quando você jogou o primeiro jogo.

E falando nisso, que caminho absurdo que foi percorrido em termos técnicos. Os menus continuam os mesmos, mudando a cada mundo que você entra, mas a jogabilidade mudou, e muito. Agora nós temos algo mais próximo de Final Fantasy XV do que um sistema único, apesar do sistema de batalhas ainda ser bem Kingdom Hearts. Acho que fizeram muito bem a integração do estilo que já era utilizado com mecânicas novas desenvolvidas pela Square.

Bom, como ainda não posso falar muito sobre o jogo, porque quase não joguei, eu vou zerar e volto aqui para dar o veredito final, mas já adianto que esse, provavelmente, vai ser um dos, se não O, jogo do ano pra mim. Kingdom Hearts é uma série que está muito presente no coração de todo mundo que já jogou pelo menos um dos jogos (que são muitos), e tenho certeza que esse final vai ser mais do que especial.

Fiquem ligados por aqui que com certeza daqui há algum tempo vai rolar o review completo, cabo a rabo, analisando tudo e com spoilers!

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