ter. ago 11th, 2020

Brasil Game Show (BGS2019): Pinball Alley

A BGS aconteceu na segunda semana de outubro/2019 e entre diversas atrações, o Pinball Alley foi um grande destaque.

A BGS 2019 acabou na semana passada, porém, acho que ainda da pra falar muito desse evento que é, pra mim, provavelmente, a melhor convenção do ano (bem pau a pau com a CCXP).

Esse ano nós acabamos indo somente um dia, mas já deu pra ter uma noção muito boa do caminho que a BGS está tomando: uma feira mais voltada para lançamentos, negócios, e finalmente, jogos!

Sim sim, porque, o que aconteceu no último ano: as filas para você jogar qualquer coisa eram quilométricas. Caso você quisesse entrar no stand da Sony para jogar alguma coisa, provavelmente ficaria o dia inteiro. A mesma coisa para qualquer outro stand da feira. E não é que esse ano também não foi assim, mas eles adicionaram a parte mais foda, nostálgica e incrível da feira, o Pinball Alley.

Entrada do Pinball Alley. Apesar do lugar estar lotado, ainda era bem tranquilo jogar em qualquer máquina ou mesa.

Como o próprio nome já indica, é uma alameda cheia de arcades. Pinballs, jogos de tiro e luta, e até algumas coisas bem fofamente estranhas vindas do Japão, que quase ninguém entendeu como jogar, mas tava lá e era bacana.

Um dos jogos mais diferentões da alameda. Um beat match que o controle é um Taiko!

Essa alameda trouxe exatamente o que sempre devia ter sido a BGS: uma feira para quem ama games interagir com outras pessoas e simplesmente fazer o que mais gosta, que é jogar. Ou seja, algo menos E3 e mais PAX. Um lugar alegre, e não frustrante.

É claro que uma área dessa requer manutenção, e provavelmente vai ter que ter bastante pro ano que vem. No sábado, algumas máquinas já estavam com defeitos, com algumas até sendo impossível jogar por conta de alguma peça chave não estar funcionando (por exemplo, um dos jogos que eu queria muito jogar, Crisis Zone, a arma morreu totalmente).

Um dos clássicos que trouxeram de volta nessa BGS: The King of Fighters 2001. Claro que o 2001 não é tão bom quanto o 97, mas hey, quem está contando, não?

Fora essas máquinas que não estavam funcionando muito bem – o que friso, é uma coisa bem normal em lugares com muitas máquinas – o resto estava funcionando perfeitamente, e ao que eu pude ver, o público estava cuidando bem OK das máquinas, fora as de tiro, que é meio difícil não pegar um pouco pesado com os gatilhos e transformar uma semi automática em uma metralhadora, se é que vocês senhoras e senhores 30+ me entendem.

Espero que no decorrer do tempo a BGS continue ampliando essa área e traga mais arcades estranhos, talvez mais alguns jogos do Japão no estilão de Time Crisis ou Crisis Zone 2, que fazem você ficar zonzo de tanto movimento de tela, ou quem sabe até uns gachas?

Um capacete, um rolimã, uma tela.

Nas próximas semanas nós vamos liberando mais alguns artigos sobre a BGS 2019 e a nossa experiência esse ano! Stay Tuned!

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